O Carlos Brando acabou de noticiar sobre a versão Alpha do famoso clássico Why’s Poignant Guide to Ruby escrito, ilustrado e diagramado por ninguém menos que Why, the Lucky Stiff.

Why é a epítome do Programador-Artista, no sentido literal da palavra. Além de tudo ele é um personagem fictício-real (se é que isso existe). Ninguém “sabe” quem ele é, ele não aparece à toa em eventos. É um caso onde o fato de ser recluso o torna famoso pois ele soube dar pitadas de mistério à sua existência, o qu...

Abriram as votações para as aplicações criadas durante o Rails Rumble. São 131 aplicações. Alguém do Brasil participou? Coloque nos comentários deste artigo. Para quem não conhece, o Rails Rumble é um concurso aberto. Este ano foi a 2a edição. A idéia é: o que se pode criar em apenas 48 horas, com no máximo 4 pessoas, a partir do zero. Ou seja, antes do evento não se pode ter uma única linha de código, nem mesmo um Jpeg pronto. A partir da meia-noite de sexta para sábado a equipe precisa faze...

Acompanhar um projeto open source dá trabalho. Felizmente com o Git as coisas são um pouco menos complicadas. Para saber tudo que está saindo de novo no Rails precisa acompanhar – diariamente – tudo que sai na lista de commits no Github. O problema: é muita coisa. Quem tentar fazer isso por alguns dias rapidamente vai perder a noção de tudo que está saindo. Por isso o que pessoas como um Ryan Daigle e Carlos Brando estão fazendo é importante. E se simplesmente acompanhar os commits é trabalho...

Desta vez (finalmente!) existe Anotações de Lançamento decentes diretamente no diretório ‘doc’ do pacote railties. Veja este link no Github para acessar diretamente. Aliás, parabéns ao Pratik Naik e todos que colaboraram nos Rails Guides e que é onde as Anotações do Rails 2.2 foram colocados. Vou simplesmente traduzir esse documento. Como já sabem, a versão 2.2 está iminente, talvez uma questão de dias.

Para testar as gems da versão 2.2 Release Candidate 1 e ver se sua aplicação funciona com ela, faça assim:

gem install rails -s http://gems.rubyonrails.org -v 2.2.0

Se você ainda não conhece, o InfoQ é um dos websites mais influentes na área de TI. A Fratech está trazendo essa marca para o Brasil. Eles gentilmente me convidaram para participar na área de Ruby da versão em português. E além de mim, mais dois amigos meus da Locaweb, o Maurício De Diana e Carlos Mendonça também estão colaborando.

Agora, no dia 01/11 será feito o lançamento do novo portal InfoQ. O evento de lançamento será na Faculdade Anhembi Morumbi, Campus Vila Olimpia, em São Paulo. A e...

Tom Preston-Werner (aka mojombo), um dos criadores do Github – junto com Chris Wanstrath, que esteve no Brasil na Rails Summit – conta como ele desistiu de um emprego seguro onde ganharia muito dinheiro para se arriscar num empreendimento como o Github. Aliás, o Github acabou de fazer seu primeiro aniversário. 1 ano e 1 mês atrás eu começava minha evangelização de Git também.

Vamos à tradução:

Nem preciso dizer que estou extremamente contente com o resultado do Rails Summit. Em resumo, foram mais de 500 pessoas que participaram.

Não tenho números absolutos, mas durante a palestra inicial do Chad Fowler, ele perguntou quantas pessoas estavam atualmente usando ou trabalhando com Rails e foi surpreendente ver que pelo menos metade ou mais da platéia levantou as mãos.

Na palestra de encerramento do primeiro dia, depois que o Chris Wanstrath falou, eu perguntei quantos na platéia sabiam sobre ou usavam Git e mais uma vez fiquei surpreso que mais da metade das pessoas levantou as mãos, mostrando o alto nível técnico da platéia.

Outro fato interessante, eu perguntei no credenciamento quantas pessoas estavam usando headsets sem fio (para ouvir a tradução para português), e fiquei muito contente de ver que menos de 200 (de 500) estava com headsets, o que indicava que grande parte de platéia tinha domínio suficiente de inglês para não precisar de tradução.

Qual foi o melhor fator do Summit? Com toda certeza foi a comunidade. Minha aposta era que a comunidade Rails no Brasil tem tanta qualidade quanto a de fora. O Rails Summit só foi possível porque a comunidade está num ponto de maturação muito bom lá fora e aqui. Não existe a possibilidade de se fazer um evento como esse sem essa comunidade. E graças a isso, nosso evento teve um padrão tão alto quanto de qualquer evento da Europa ou dos Estados Unidos.

Resultados importantes? Basta ver as mais de 900 fotos no Flickr ou as dezenas de blog posts que vocês podem encontrar via Google Blog Search.

Também fiquei contente que muita gente que não conhecia Rails ou ainda estava começando, apostou no evento e compareceu. Espero que todos tenham tido a oportunidade de entender que o mais importante em Ruby on Rails não é a tecnologia, mas as pessoas. Rails é a ferramenta que melhor se encaixa no estilo das pessoas que participaram. Os palestrantes são reflexos dessa comunidade.

Eu odeio eventos “formais”, no estilo, “eu que estou palestrando sou o melhor e vocês da platéia tem só que me ouvir.” Eu prefiro um evento feito de Railer para Railer, com interação tanto ao vivo quanto online. Por isso mesmo fiz questão que não existisse “sala de palestrantes” e que existisse um lounge onde todos pudessem socializar, wifi e tomadas por todos os espaços.

Estamos próximos! O Rails Summit Latin America começa amanhã, dia 15! Quem deixou para se inscrever de última hora ainda pode participar, mas terá que comprar o ingresso amanhã no local mesmo. Como eu disse no post anterior tivemos alguns contratempos mas nada que prejudique o evento, apenas tivemos que fazer algumas mudanças na programação. Para ter a programação mais atualizada, acessem o site do evento. Alguns dos palestrantes eu já soube que estão no Brasil. Falei ontem com o Obie Fernan...

Pessoal, não se esqueçam: as inscrições se encerram nesta segunda-feira. Quem não se inscrever online até lá e mudar de idéia ainda poderá participar mas precisará pagar na entrada no dia do evento. Aconteceram alguns pequenos Cisnes Negros nos últimos dias :-) Primeiro, o Carlos Villela não poderá vir. Ele ficou preso em projeto na ThoughtWorks e acabou tendo que declinar. Mas não se preocupem, em seu lugar palestrará o Carlos Brando, nome mais do que conhecido na comunidade Rails. E pelo q...

O Rails Summit é semana que vem! Estamos nos dias finais de inscrição. E aproveitando, vamos conhecer mais um de nossos palestrantes, George Guimarães, da startup brasileira Pagestacker.

Essa palestra será particularmente importante para aqueles que já estão com a mão na massa em projetos de Rails e agora precisam colocar suas aplicações em produção. O George explicará as minúcias sobre infra-estrutura e como colocar aplicações web ao público.

Vamos conhecer o George:

Nassim Taleb, Benoît Mandelbrot devem estar, de maneira trágica, vendo essa crise com olhos muito diferentes de nós. Alguns devem estar cansados disso mas vou repetir novamente minha recomendação em ler as obras de ambos.

Veja este trecho do livro The Black Swan, de 2006, de Nassim Taleb:

A Globalização cria fragilidade interligada, ao mesmo tempo que reduz a volatilidade e dá aparência de estabilidade. Em outras palavras isso cria Cisnes Negros devastadores. Nunca antes vivemos sob a ameaça de colapso global. Instituições Financeiras continuam se mesclando em um número menor de bancos muito grandes. Quase todos os bancos estão inter-relacionados. Então a ecologia financeira está se acumulando em bancos gigantes, incestuosos, burocráticos – quando um cai, todos caem. O aumento da concentração entre bancos parece ter o efeito de fazer crises financeiras parecerem menos prováveis, mas quando acontecem eles tem efeitos muito mais globais em escala e nos atingem duramente. Nos movemos de uma ecologia diversificada de pequenos bancos, com políticas variadas de empréstimos, para um framework mais homogêneo de firmas onde todas se parecem umas com as outras. Verdade, agora temos menos defeitos, mas quando eles acontecem … eu tremo só de pensar.

A instituição patrocinada pelo governo, Fannie Mae, quando eu olhos seus riscos, parece estar montada num barril de dinamite, vulnerável ao menor soluço. Mas não se preocupem: eles tem grandes equipes de cientistas que consideram esses eventos “improváveis”.

Não, Nassim não é um profeta, um adivinho, bidu ou guru. Aliás, ele odiaria ser chamado de guru. Ele apenas fez uma observação baseada no que todos nós ignoramos: infelizmente nossa máquina humana é muito pobre para lidar com abstrações, por exemplo, com Aleatoriedade

Também não se trata de um argumento contra globalização ou outras baboseiras pseudo-socialistas. A parte importante mesmo é o segundo parágrafo da citação.

Não sou um dos melhores estudiosos de metodologias Ágeis que existe, nem de longe. Por isso vou me dar ao luxo de seguir uma visão talvez “ingênua” sobre o que eu pessoalmente enxergo sobre o assunto. E eu sei, eu sei, a palavra “Google” no título é mais para chamar a atenção. No final eu explico ;-)

Antes de mais nada, quero separar duas coisas: metodologia e filosofia. A parte mais relevante sempre é a filosofia. Se uma empresa/profissional não absorveu a filosofia Ágil dificilmente será verdadeiramente Ágil por mais que se implemente uma metodologia, ou seja, uma série de procedimentos. Você pode até ler receitas de pratos franceses, mas até entender como um cozinheiro de verdade pensa, até adquirir a cultura francesa, dificilmente terá pratos franceses decentes, apenas cópias mecânicas de baixa qualidade.

O importante não é o “como” e sim o “porquê”. O Manifesto Ágil diz isso já no seu primeiro valor. Vamos relembrar os quatro valores Ágeis:

Estamos descobrindo melhores maneiras de desenvolver software fazendo isso e ajudando outros a fazê-lo. A partir desse trabalho temos os seguintes valores:

  • Indivíduos e interações mais que processos e ferramentas
  • Software que funciona mais que documentação completa
  • Colaboração do cliente mais que negociação de contratos
  • Responder à mudança mais que seguir um plano

Quer dizer, mesmo que exista valor nos ítens da direita, nós valorizamos mais os ítens da esquerda.

O primeiro valor já diz tudo: indivíduos mais que processos.

Neste artigo quero mostrar porque a grande maioria das empresas não é efetivamente Ágil, mesmo quando implementam “metodologias” Ágeis.

Rails Summit Latin America

All right folks, do not forget: Rails Summit Latin America approaches, on the 15th and 16th next week! If you still didn’t register, click here.

Another thing: we will have a small Birds of a Feather session at the end of the first day. The idea is to have a few lightning talks. If you want to present anything, just register here. Ninh Bui, from Phusion, says he is excited to talk some more during this session :-)

We will have internet through WiFi, power plug outlets in the hall and ball rooms, so you’re welcome to get your notebooks.

And to just raise the expectations a little bit, I was able to get some 3D renderings on how the Elis Regina Auditorium will become. Check it out:

Pessoal, não se esqueçam, o Rails Summit Latin America é semana que vem! Dias 15 e 16! Quem ainda não se inscreveu, está em tempo: clique neste link e não deixem de comparecer.

Outra coisa, como eu já mandei na lista rails-br eu abri o tema Birds of a Feather. Este será um espaço aberto no final do primeiro dia onde qualquer um poderá apresentar o que quiser. A idéia é ser uma micro-palestra, de cerca de 20min. Se você tem algum assunto, inscreva-se. Dependendo, no dia mesmo você pode decidir querer falar. Mas já pensem no assunto. O Ninh Bui, da Phusion, está empolgado para falar um pouco nesse espaço também.

Sem esquecer que vamos ter internet via Wi-Fi aberta além de tomadas no hall e nos auditórios, portanto podem levar notebooks. Vamos blogar, programar e socializar durante o evento. Podem levar câmeras fotográficas, filmadoras ou o que quiserem.

E para aumentar um pouco mais as expectativas, consegui a renderização em 3D de como o Elis Regina está sendo reformado para comportar o evento. Dêem uma olhada:

Todos estamos fanáticos pelo Github, pelo menos muitos de nós da comunidade Ruby internacional. O Chris Wanstrath teve uma idéia brilhante ao ir pela direção de “social network de código”.

Nem parece, mas já faz mais de 1 ano que venho evangelizando Git e fico muito contente que as pessoas inovadoras estão conseguindo resolver seus problemas com eficiência. Vejam uma retrospectiva dos artigos:

Um artigo que estava faltando era sobre o excelente projeto open source Gitorious criado por Johan Sørensen. A grande vantagem? Você pode ter o seu próprio servidor privado de Git via Web. Se você já está convencido que Git é bom e que você deve usá-lo, pule diretamente para a seção Instalando o Gitorious