Porto Alegre estava com o clima frio, bem frio, mesmo assim nossos grandes amigos cariocas do #HoraExtra não deixaram de esquentar o show no #FISL. Coisas que só acontecem quando você está se divertindo: eles tiveram a idéia de, em vez de ficar assistindo palestras, por que não codificar? Codificar qualquer coisa sempre é exercício, e exercitar é essencial para não definhar.
Eu não participei da codificação mas a idéia foi inspiradora porque me bateu uma grande nostalgia. Quando começamos a programar, começamos porque gostamos. Programar sempre foi algo divertido, descompromissado, desafiador, não importa se é útil, não importa se é bonito, não importa se é completo. Mas com o passar do tempo nós nos “profissionalizamos” e de repente programar passou a trazer várias preocupações: “mas tem utilidade?”, “mas pra fazer completo dá trabalho”, “mas tem que planejar antes”, “mas vai custar caro, ou demorar muito”. Vários “mas”, “mas”. E aí programar já não é mais divertido.
Por isso essa idéia trouxe de volta um pouco desse espírito. Por que não escrever e publicar aplicativos pequenos, só pela diversão de fazer algum código? Foi assim que durante os 4 dias do #FISL eles publicaram nada menos do que 6 aplicativos, uma média de 1.5 aplicativos por dia! E para isso não foi preciso muita coisa: bastou juntar 3 ou 4 pessoas numa mesa, criar um repositório no Github e depois fazer deployment no Heroku, tudo hiper simples.





