<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Railsconf2010 | AkitaOnRails.com</title><link>https://www.akitaonrails.com/tags/railsconf2010/</link><description>Blog do Fabio Akita do Canal do YouTube 'Akitando' falando sobre tecnologia, carreira e coisas geek.</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Sun, 25 Oct 2026 15:19:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://www.akitaonrails.com/tags/railsconf2010/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>[RailsConf 2010] - Video Entrevista - David Hansson</title><link>https://www.akitaonrails.com/2010/06/17/railsconf-2010-video-entrevista-david-hansson/</link><guid isPermaLink="true">https://www.akitaonrails.com/2010/06/17/railsconf-2010-video-entrevista-david-hansson/</guid><pubDate>Thu, 17 Jun 2010 15:04:00 -0300</pubDate><description>&lt;p&gt;Uma pessoa que até hoje eu não tinha entrevistado foi justamente o David Hansson. Já conversamos brevemente algumas vezes nos últimos anos, mas esta também foi a primeira conversa mais longa que tive com ele.&lt;/p&gt;
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&lt;/source&gt;&lt;/video&gt;
&lt;p&gt;Eu particularmente gostei desta conversa porque ele estava bastante à vontade e bem disposto. Pudemos discutir sobre como foi o projeto Rails 3, o que ele mais está gostando. Também falamos de coisas antigas, como a história de quando ele esteve no Brasil em 2005 – se você não sabia disso, assista.&lt;/p&gt;</description><content:encoded><![CDATA[<p>Uma pessoa que até hoje eu não tinha entrevistado foi justamente o David Hansson. Já conversamos brevemente algumas vezes nos últimos anos, mas esta também foi a primeira conversa mais longa que tive com ele.</p>
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<p>Eu particularmente gostei desta conversa porque ele estava bastante à vontade e bem disposto. Pudemos discutir sobre como foi o projeto Rails 3, o que ele mais está gostando. Também falamos de coisas antigas, como a história de quando ele esteve no Brasil em 2005 – se você não sabia disso, assista.</p>
<p>Além disso tocamos um pouco nos assuntos do livro “Rework”, sobre gerenciamento de pessoas, empreendedorismo. E eu não podia deixar passar e falar com ele sobre Ricardo Semler, claro :-)</p>
<p>Enfim, uma conversa descontraída, de quase 24 minutos, com o próprio David Hansson, é uma boa maneira de encerrar meu material sobre a RailsConf 2010. Excelente evento, excelentes pessoas, e ano que vem espero poder participar novamente!</p>
]]></content:encoded><category>railsconf2010</category></item><item><title>[RailsConf 2010] - Video Entrevistas - Parte 2</title><link>https://www.akitaonrails.com/2010/06/17/railsconf-2010-video-entrevistas-parte-2/</link><guid isPermaLink="true">https://www.akitaonrails.com/2010/06/17/railsconf-2010-video-entrevistas-parte-2/</guid><pubDate>Thu, 17 Jun 2010 15:03:00 -0300</pubDate><description>&lt;p&gt;Para esta segunda parte, reservei para falar sobre os ganhadores do Ruby Heroes Awards. Desde 2008 o Gregg Pollack, da EnvyLabs, sobe ao palco para premiar 6 rubistas que fizeram diferença na comunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dos 6 ganhadores deste ano, acabei não tendo tempo de falar com o espanhol Xavier Noria e nem com o brasileiro José Valim, que não estava presente na conferência. Mas pretendo falar com eles com mais calma, via video conferência provavelmente, para colocá-los nesta galeria.&lt;/p&gt;</description><content:encoded><![CDATA[<p>Para esta segunda parte, reservei para falar sobre os ganhadores do Ruby Heroes Awards. Desde 2008 o Gregg Pollack, da EnvyLabs, sobe ao palco para premiar 6 rubistas que fizeram diferença na comunidade.</p>
<p>Dos 6 ganhadores deste ano, acabei não tendo tempo de falar com o espanhol Xavier Noria e nem com o brasileiro José Valim, que não estava presente na conferência. Mas pretendo falar com eles com mais calma, via video conferência provavelmente, para colocá-los nesta galeria.</p>
<h3>Aaron Patterson<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="aaron-patterson"></span>
    <a href="#aaron-patterson" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>Também conhecido como @tenderlove, Aaron mudou o cenário de parsers no mundo Ruby com suas contribuições em projetos como o Psych, o novo parser de YAML do Ruby 1.9. Mais do que isso, se você trabalhar com XML hoje, provavelmente está usando por baixo o projeto Nokogiri. Antes disso tínhamos o REXML e o Hpricot, mas o Nokogiri foi quem trouxe performance nessa área. Outro projeto que ele contribuiu foi o Mechanize. Com isso temos hoje ótimos parsers para os principais formatos da internet, especialmente se contar que o parser de JSON do Rails basicamente é o mesmo parser de YAML dele.</p>
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<h3>Gregory Brown<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="gregory-brown"></span>
    <a href="#gregory-brown" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>Também conhecido como @seacreature e pelo Ruby Mendicant. Eu já havia usado um projeto seu chamado Ruport que usa o antigo PDF Writer para gerar relatórios em PDF. Mas o PDF Writer estava ficando meio abandonado. Então o Gregory decidiu criar uma nova fundação para geração de PDFs e disso nasceu o Prawn, uma biblioteca mais moderna e mais capaz. Além disso ele escreveu o livro “Ruby Best Practices”, que eu recomendo a todos que querem melhorar seu Ruby.</p>
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<source src="https://s3.us-east-2.amazonaws.com/blip.tv/Akitaonrails-RailsConf2010GregoryBrown771.m4v.mp4">
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<h3>Nick Quaranto<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="nick-quaranto"></span>
    <a href="#nick-quaranto" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>Também conhecido como @qrush, ele é jovem e trabalha na Thoughtbot, a empresa que já nos trouxe diversos projetos open source importantes como Paperclip ou Shoulda. O Nick tinha uma reclamação: publicar gems era um processo tedioso via o antigo RubyForge.net.</p>
<p>Hoje temos Github que mudou da água para o vinho o processo de trabalhar com open source, mas para publicar gems ainda era preciso usar o caminho antigo. Então o Nick criou o Gemcutter.org que rapidamente evoluiu e tomou o lugar do antigo Rubygems.org, se tornando o repositório principal de gems da comunidade. Agora com um simples “gem push” conseguimos publicar nossas gems sem problemas. A dobradinha Github + Gemcutter literalmente modernizou o processo de trabalho open source dos rubistas.</p>
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<h3>Wayne E. Seguin<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="wayne-e-seguin"></span>
    <a href="#wayne-e-seguin" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>Este é fácil: @wayneeseguin. Wayne ficou mais conhecido por causa de seu projeto mais recente, o RVM. Com ele é possível ter diversas versões e implementações de Ruby rodando na mesma máquina. Podemos ter Ruby 1.8 e Ruby 1.9 e JRuby rodando no mesmo ambiente. Melhor ainda: podemos configurar cada projeto nosso com cada uma dessas versões. Um simples comando “rvm ruby-1.9.2” é suficiente para mudar de implementação a quente. Isso mudou nosso jeito de codificar e facilitou ordens de grandeza a organização de nossos projetos. Mais do que isso: facilitou o processo de ter aplicações web que dependem de implementação de Ruby diferentes rodando todos no mesmo servidor. Literalmente digno de um prêmio.</p>
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]]></content:encoded><category>railsconf2010</category></item><item><title>[RailsConf 2010] - Video Entrevistas - Parte 1</title><link>https://www.akitaonrails.com/2010/06/17/railsconf-2010-video-entrevistas-parte-1/</link><guid isPermaLink="true">https://www.akitaonrails.com/2010/06/17/railsconf-2010-video-entrevistas-parte-1/</guid><pubDate>Thu, 17 Jun 2010 15:00:00 -0300</pubDate><description>&lt;p&gt;Como disse no &lt;a href="https://www.akitaonrails.com/2010/06/17/railsconf-2010-viagem-e-evento/"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, no último dia decidi voltar às minhas atividades de evangelista e corri atrás de entrevistas. Apesar do tempo bem apertado, cerca de 5 horas talvez, consegui colher nada menos do que 11 entrevistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda tive alguns problemas no percurso porque a bateria do Flip Mino HD não aguentou. Pior foi descobrir que ele demora muito tempo para recarregar. No final da entrevista com o Nick Quaranto o Flip pediu água e daí em diante fui com meu iPhone mesmo.&lt;/p&gt;</description><content:encoded><![CDATA[<p>Como disse no <a href="/2010/06/17/railsconf-2010-viagem-e-evento/">post anterior</a>, no último dia decidi voltar às minhas atividades de evangelista e corri atrás de entrevistas. Apesar do tempo bem apertado, cerca de 5 horas talvez, consegui colher nada menos do que 11 entrevistas.</p>
<p>Ainda tive alguns problemas no percurso porque a bateria do Flip Mino HD não aguentou. Pior foi descobrir que ele demora muito tempo para recarregar. No final da entrevista com o Nick Quaranto o Flip pediu água e daí em diante fui com meu iPhone mesmo.</p>
<p>Não tem jeito, o Flip é excelente para vídeos curtos, coisa rápida. Mas no total acho que foram cerca de 2 horas e 30 minutos de vídeo. Se puder, no futuro gostaria de ter uma câmera de verdade com bateria que dure decentemente.</p>
<p>Por outro lado, nos dias do evento os palestrantes ficaram bem espalhados e não era muito simples encontrar quem você queria, mas no último dia a maioria estava por perto, o que tornou meu trabalho mais simples. Se a bateria tivesse colaborado acho que conseguiria mais 3 ou 4 entrevistas facilmente.</p>
<p>Nesta primeira bateria temos Ben Scofield, James Golick, Carl Lerche, Ryan Bates e Santiago Pastorino.</p>
<h3>Ben Scofield<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="ben-scofield"></span>
    <a href="#ben-scofield" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>Ben foi o Program Chair do evento, junto com o Chad Fowler. Ele foi responsável por diversos aspectos do evento como a montagem da grade de palestras. Foram mais de 300 propostas enviadas. O desafio era criar uma grade abrangente e que conseguisse agradar a maioria das pessoas. No geral acho que foi bem sucedido. Claro, nós que estamos à mais tempo na área gostaríamos de palestras mais <em>hard core</em> mas quem está iniciando prefere as mais introdutórias.</p>
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<h3>James Golick<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="james-golick"></span>
    <a href="#james-golick" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>Como um dos assuntos mais “quentes” da temporada são os bancos de dados não-relacionais, ou “NoSQL”, gostaria de pegar a opinião de quem já está usando em larga escala. No caso o James Golick está há algum tempo falando sobre isso, especialmente sobre Cassandra. A idéia não é descrever tecnicamente um NoSQL, na entrevista tentei buscar mais as opiniões mesmo, como por que usar, o que usar, quando usar e coisas desse tipo.</p>
<p>Eu já conheço ele pelo menos desde 2008, quando comecei a usar a gem dele, o Resource Controller e até cheguei a gravar um screencast sobre isso. Pedi para ele falar um pouco disso antes do NoSQL.</p>
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<h3>Carl Lerche<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="carl-lerche"></span>
    <a href="#carl-lerche" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>Ele ficou mais conhecido porque começou a trabalhar no big refactor do Rails 3. Carl trabalha junto com o Yehuda na Engine Yard e ele também já havia colaborado no Merb. Mais recentemente ele também contribuiu bastante para o projeto do Bundler, o sistema de resolução de dependências que está saindo junto com o Rails 3. Nesta entrevista ele conta um pouco mais sobre esse projeto e também dá opiniões sobre investimentos na área de open source e sobre o Ruby Summer of Code.</p>
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<source src="https://s3.us-east-2.amazonaws.com/blip.tv/Akitaonrails-RailsConf2010CarlLerche444.mp4">
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<h3>Santiago Pastorino<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="santiago-pastorino"></span>
    <a href="#santiago-pastorino" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>O Santiago trabalha na WyeWorks, empresa de 4 pessoas que funciona no Uruguai mas que atende clientes no Vale do Silício. Eles estão nos ensinando que não importa que seu país seja pequeno, que seu mercado seja limitado, que praticamente não existam outros rubistas na sua região, ainda assim é possível fazer coisas grandes.</p>
<p>E o Santiago decidiu começar a ajudar no projeto Rails, de forma bem simples a princípio: eliminar todos os “warnings” que antes nos irritavam toda vez que rodávamos uma aplicação. “Parece” simples, mas não é. E pouco a pouco ele começou a aprender mais do framework e também como colaborar mais. Todos deveriam seguir seu exemplo.</p>
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<source src="https://s3.us-east-2.amazonaws.com/blip.tv/Akitaonrails-RailsConf2010SantiagoPastorino331.mp4">
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]]></content:encoded><category>railsconf2010</category></item><item><title>[RailsConf 2010] - Viagem e Evento</title><link>https://www.akitaonrails.com/2010/06/17/railsconf-2010-viagem-e-evento/</link><guid isPermaLink="true">https://www.akitaonrails.com/2010/06/17/railsconf-2010-viagem-e-evento/</guid><pubDate>Thu, 17 Jun 2010 03:21:00 -0300</pubDate><description>&lt;p&gt;Esta é a terceira vez que vou para uma RailsConf, e é sempre muito bom poder reencontrar velhos amigos e também conhecer novas cidades já que a RailsConf sempre é num local diferente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aliás, isso diz muita coisa sobre o tipo de público do evento. Diferente de um evento de Java ou .NET onde as empresas mandam seus funcionários e, por consequencia, a maioria vai mais para fazer turismo. O mundo Rails americano é formado principalmente por profissionais independentes, ou empresas pequenas com menos de 10 pessoas. Os participantes que estão lá vão porque querem e não porque a empresa onde trabalham as mandou. Isso faz toda a diferença.&lt;/p&gt;</description><content:encoded><![CDATA[<p>Esta é a terceira vez que vou para uma RailsConf, e é sempre muito bom poder reencontrar velhos amigos e também conhecer novas cidades já que a RailsConf sempre é num local diferente.</p>
<p>Aliás, isso diz muita coisa sobre o tipo de público do evento. Diferente de um evento de Java ou .NET onde as empresas mandam seus funcionários e, por consequencia, a maioria vai mais para fazer turismo. O mundo Rails americano é formado principalmente por profissionais independentes, ou empresas pequenas com menos de 10 pessoas. Os participantes que estão lá vão porque querem e não porque a empresa onde trabalham as mandou. Isso faz toda a diferença.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/oreillyconf/4683594220/in/set-72157624231740192/"target="_blank" rel="noopener"><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/4683594220_fde65babac_original.jpg?1276753230" alt=""  loading="lazy" /></a></p>
<h3>Trabalho da Comunidade<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="trabalho-da-comunidade"></span>
    <a href="#trabalho-da-comunidade" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>Por isso faz sentido que RailsConf sempre tenha atividades extra, como desconferências. Neste caso foi mais legal porque o grupo de rubistas de Baltimore, o <a href="http://bmoreonrails.org/"target="_blank" rel="noopener">B’More on Rails</a> foi muito além. Eles ofereceram ajuda ao evento e tomaram a iniciativa de fazer várias coisas legais.</p>
<p><a href="http://bohconf.com"target="_blank" rel="noopener"><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/Screen_shot_2010-06-17_at_2.45.51_AM_original.png?1276753606" alt=""  loading="lazy" /></a></p>
<p>O pessoal do B’More se dispôs a ajudar todos que vieram de fora a se localizar na cidade, deram dicas, organizaram pessoas que se hospedaram na casa de outros rubistas de região, e se colocaram à disposição. Além disso eles organizaram o <a href="http://www.bohconf.com/"target="_blank" rel="noopener">BohConf</a>, que foi a desconferência oficial para os interessados em codar, rodando em paralelo à conferência principal e o <a href="http://igniterailsconf.com/"target="_blank" rel="noopener">Ignite RailsConf</a>, um dia antes da conferência eles reservaram um hotel próximo onde alguns palestrantes fizeram palestras no formato Ignite: 5 minutos exatos, com 20 slides que mudam sozinhos a cada 15 segundos. Foi bem legal e engraçado no final com o Dr. Nic participando às cegas de um Ignite Karaoke, onde ele precisava narrar uma série de 20 slides aleatórios que ele nunca tinha visto.</p>
<h3>RailsConf<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="railsconf"></span>
    <a href="#railsconf" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>A RailsConf em si é dividida em 4 dias, sendo o primeiro reservado apenas para tutoriais. Com temas como Cucumber, Rails 3, Git, a idéia é que os que são mais iniciantes no assunto tenham uma chance de estudar alguns dos temas principais para poder aproveitar melhor os dias seguintes.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/intridea/4701047716/"target="_blank" rel="noopener"><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/4701047716_652e6f8d84_original.jpg?1276754240" alt=""  loading="lazy" /></a></p>
<p>Os 3 dias seguintes rolam com 5 tracks paralelos, sendo uma delas dedicada aos patrocinadores mostrando seus produtos e serviços. Temos então keynotes principais de abertura e fechamento de cada dia. E o último dia acaba mais cedo, logo depois do almoço, para o pessoal que vai viajar para longe o resto da tarde. É um evento onde o pessoal começa chegando no Sábado e vai embora na Quinta.</p>
<p>Fora isso, claro, tem os Birds of a Feather, palestras abertas no fim do dia onde qualquer um pode dizer o que quiser, basta pegar um slot de horário com antecedência. E o interessante é que muita gente ficava no Centro de Convenções até tarde da noite. Num dos dias, o Guilherme Silveira fez uma sessão sobre REST. Depois dele ainda começou uma sessão do Yehuda Katz, e acho que saímos de lá depois das 10 ou 11 da noite.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/intridea/4701044848/"target="_blank" rel="noopener"><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/4701044848_f38a100373_original.jpg?1276754404" alt=""  loading="lazy" /></a></p>
<p>Mesmo assim, vários grupos de pessoas se juntavam para sair aos pubs, tavernas e bares. Notavelmente o pessoal da Hashrocket, Thoughtbot, Blue Box, Github, sempre estavam em algum bar. Possivelmente o Power Plant Live! na região do Inner Harbor ou o tradicional Max’s Tap House em Fell’s Point. Mas como todos os lugares lá fecham às 2 da manhã (sacrilégio!) ninguém ficava até muito mais tarde do que isso fora.</p>
<p>Mais legal ainda porque desta vez havia vários latino americanos participando! Fora nós brasileiros havia um grupo de argentinos, de uruguaios, mexicanos. Não lembro de quantos no total mas acho que tinha quase 20 pessoas. A comunidade brasileira é a maior mas o pessoal está se virando bem. Destaque para o Emilio Tagua, argentino que trabalhou no Google Summer of Code do ano passado para integrar o Arel no Active Record, o Santiago Pastorino, uruguaio, que está dedicado full time a contribuir no código do Ruby on Rails.</p>
<p><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/P6100071_original.JPG?1276754643" alt=""  loading="lazy" /></p>
<p>(obs: na foto acima estamos todos apontando para a camiseta do <a href="http://twitter.com/kidpollo/status/16333760342"target="_blank" rel="noopener">Paco</a> que diz “changoparche”, espanho para “monkey patch”)</p>
<p>O assunto do evento, claro, foi Rails 3. Então fora os tutoriais teve algumas sessões dedicadas ao que mudou na nova versão. Com a quantidade de coisas novas, daria para fazer um evento inteiro só de Rails 3.</p>
<p>Fora isso, escalabilidade ainda é um tema constante. Teve sessões sobre EventMachine, programação assíncrona, Resque e, claro, NoSQL. Destaque para Cassandra, Redis e MongoDB que parecem os nomes da vez na nossa comunidade. E com tantos anos já de Rails, existe também uma preocupação pós-deployment: manutenção de código, refatoração e técnicas desse tipo, o que é importante.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/johnnunemaker/4703481221/"target="_blank" rel="noopener"><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/4703481221_3dbb1f4f10_original.jpg?1276754468" alt=""  loading="lazy" /></a></p>
<p>Pelo menos o pessoal tentou diminuir a ênfase em TDD e BDD que já estava se tornando um clichê na RailsConf. No geral, acho que foram assuntos bastante diversos, indo desde o low leval do garbage collector do Ruby, passando por métricas, deployment, boas práticas, até visão de CIOs sobre Rails. Então acho que o programa foi bem sucedido em não ficar monótono.</p>
<p>Depois vou publicar a entrevista que fiz com Ben Scofield, Program Chair do evento para falar sobre a programação e escolha de palestras. Também vou publicar uma entrevista com o James Golick, sobre o assunto de NoSQL.</p>
<h3>Keynotes<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="keynotes"></span>
    <a href="#keynotes" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>O ponto alto da RailsConf, para mim, são os keynotes. E este acredito que foi o melhor ano de todos. Tivemos nomes muito expressivos como Michael Feathers, Derek Sivers, Robert Martin, Neal Ford, Gary Vaynerchuk. Destaque para o keynote do Yehuda Katz, cuja mensagem foi literalmente “Just do it”, bem no estilo Nike :-) Ele contou um pouco da sua trajetória (que surpreendentemente começou mesmo só em 2004!), expôs diversos colaboradores que tornaram o Rails melhor, como o Santiago que falei acima e o nosso José Valim.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/oreillyconf/4687331728/in/set-72157624231740192/"target="_blank" rel="noopener"><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/4687331728_6d332f5b54_original.jpg?1276754814" alt=""  loading="lazy" /></a></p>
<p>Eu fiquei mais surpreso em ver o <a href="http://www.ted.com/speakers/derek_sivers.html"target="_blank" rel="noopener">Derek Sivers</a>, que alguns anos atrás escreveu um post polêmico falando <a href="http://www.oreillynet.com/ruby/blog/2007/09/7_reasons_i_switched_back_to_p_1.html"target="_blank" rel="noopener">porque abandonei Rails e voltei ao PHP</a> – e agora de volta ao Rails de novo :-) Na verdade não foi nada tão dramático quanto as centenas de comentários do post sugeriam, na verdade o Derek é bem pragmático e explicou muito bem as suas razões da época. O que me surpreendeu foi que ao assistir o keynote eu notei diversos trechos que eu já havia assistido em palestra do TED. Só que eu ainda não tinha ligado o nome à pessoa e foi justamente o Derek que eu assisti no TED. Recomendo assistir os vídeos <a href="http://www.ted.com/talks/derek_sivers_weird_or_just_different.html"target="_blank" rel="noopener">Weird or just Different</a> e o famoso <a href="http://www.ted.com/talks/derek_sivers_how_to_start_a_movement.html"target="_blank" rel="noopener">How to start a Movement</a>. Ele expande sobre esses dois temas no keynote da RailsConf.</p>
<p>Lembrando que todos os keynotes estão disponíveis no <a href="http://railsconf.blip.tv/"target="_blank" rel="noopener">Blip.TV</a> e podem ser assistidos na íntegra. E eu recomendo que assistam todos, porque todos foram muito bons.</p>
<p>Finalmente, tivemos a terceira edição do Ruby Hero Awards, a premiação popular que trás à tona pessoas que ajudaram a comunidade mas que mesmo assim podem não ser muito conhecidos ainda. A idéia não é premiar os que já são populares, mas sim os que contribuíram e não são tão populares. Eu achei que todos os prêmios deste ano foram perfeitos.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/oreillyconf/4684097612/in/set-72157624231740192/"target="_blank" rel="noopener"><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/4684097612_0e1ba393bc_original.jpg?1276754903" alt=""  loading="lazy" /></a></p>
<p>Ganharam o Aaron Patterson (<a href="http://twitter.com/tenderlove"target="_blank" rel="noopener">tenderlove</a>) pelo seu trabalho no Nokogiri e parser Psych; Wayne E. Seguin (<a href="http://twitter.com/wayneeseguin"target="_blank" rel="noopener">wayneeseguin</a>) que mudou nossa forma de trabalhar com seu RVM; Jose Valim (<a href="http://twitter.com/josevalim"target="_blank" rel="noopener">josevalim</a>) que é uma metralhadora de código e colaborou decisivamente no Rails 3; Xavier Noria (<a href="http://twitter.com/fxn"target="_blank" rel="noopener">fxn</a> que está na foto acima) por seu trabalho incansável na documentação do Rails; Nick Quaranto (<a href="http://twitter.com/qrush"target="_blank" rel="noopener">qrush</a>) que mudou o Rubygems.org e todo o processo de publicação de gems com seu projeto Gemcutter; e Gregory Brown (<a href="http://twitter.com/seacreature"target="_blank" rel="noopener">seacreature</a>) pelo seu projeto Prawn e a idéia do Ruby Mendicant University. Eu entrevistei quase todos eles e vou publicar as entrevistas em breve para que todos possam conhecê-los melhor.</p>
<p>Mas um que já é praticamente canonizado com o Ruby Hero original é ninguém menos que <a href="http://www.rubyinside.com/why-the-lucky-stiff-links-2333.html"target="_blank" rel="noopener">_why, the Lucky Stiff</a>, que desapareceu misteriosamente no dia 21 de agosto de 2009. Ninguém sabe quem ele é e nem para onde foi. Há vários rumores a respeito. Ele é conhecido por seu trabalho artístico tanto quanto pelo de código depois de trabalhos como o livro “Why’s Poignant Guide to Ruby” e projetos como Hpricot e Shoes. Daqui a pouco vamos comemorar 1 ano desde que ele desapareceu, então o Glenn Vanderburg sugeriu comemorar o <a href="http://whyday.org/"target="_blank" rel="noopener">Why Day</a> no próximo dia 21, um dia para quebrar regras, no estilo Why. Acho que foi uma ótima idéia e bem no estilo da comunidade Ruby.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/oreillyconf/4687364008/in/set-72157624231740192/"target="_blank" rel="noopener"><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/4687364008_c8bdabd2a1_original.jpg?1276755049" alt=""  loading="lazy" /></a></p>
<p>Como lembrete, eu também gostei muito do keynote do patrocinador diamond, que foi a Engine Yard. Em todos os eventos de tecnologia, palestra de patrocinador é o ponto mais baixo do evento, onde normalmente sobe um executivo sem noção e sem contexto. Mas a Engine Yard fez algo criativo: colocou ninguém menos que o Evan Phoenix no palco para comandar uma mini-gincana. Foi bem engraçado e divertido e com certeza alegrou o pessoal.</p>
<h3>Minha Palestra<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="minha-palestra"></span>
    <a href="#minha-palestra" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>Eu mesmo não assisti muitas palestras, estava um pouco preocupado ainda com minha palestra, que foi na quarta-feira à tarde. Vocês podem achar que depois de dezenas de palestras, eu já estaria acostumado e tranquilo, mas por ser minha primeira vez num evento desse tamanho, falando em inglês e sobre um tema difícil como REST, posso dizer que estava um pouco apreensivo. Como disse num post anterior, levei mais de 3 semanas preparando essa palestra.</p>
<p><a href="http://en.oreilly.com/rails2010/public/schedule/speaker/53339"target="_blank" rel="noopener"><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/Screen_shot_2010-06-16_at_4.14.14_PM_original.png?1276755148" alt=""  loading="lazy" /></a></p>
<p>Além disso minha palestra concorreu no mesmo horário com os Lightning Talks, que sempre enche. Minha sessão não estava lotada mas até que veio mais gente do que eu esperava, o que foi bom. Tivemos oportunidade de conversar com Jim Gay, co-mentor do Ruby Summer of Code sobre o projeto de Restful no Rails, o que deve ajudar na adoção do Restfulie. Ben Scofield, program chair, também gostou da palestra. Gregg Pollack e Ryan Bates também estavam presentes. Acho que me saí bem, mas infelizmente como foi a primeira vez que dei essa palestra, meu timing ainda não estava calibrado. Por isso a primeira metade foi um pouco mais devagar do que eu queria e aí acabei acelerando um pouco demais a segunda metade e acabou sobrando mais tempo do que eu queria. A platéia estava interessada porque muitos fizeram perguntas e ficamos quase 15 minutos em perguntas e respostas. Acho que no geral foi legal.</p>
<p>Porém, significa que minhas atividades de evangelistas só aconteceram no último dia, porque então eu já não estava mais preocupado com minha palestra. E o problema é que no último dia o evento acaba mais cedo. Então tive que correr para fazer as 11 palestras que gravei em vídeo tudo em meio dia! Foi uma bateria incessante, não parei sequer pra almoçar. Ainda tive problemas técnicos com meu Flip Mino HD ficando sem bateria. Felizmente deu pra gravar com o iPhone, que também quase ficou sem bateria até o fim do dia. No final acho que deu tudo certo.</p>
<h3>Baltimore<span class="hx:absolute hx:-mt-20" id="baltimore"></span>
    <a href="#baltimore" class="subheading-anchor" aria-label="Permalink for this section"></a></h3><p>Eu fiquei hospedado no hotel que a organização do evento recomendou, o Renaissance Harborplace. Tive sorte de poder dividir o quarto com o George Guimarães, da Plataforma Tec, o que colaborou com meus custos. Saímos muito com o Guilherme Silveira e o Cauê Guerra, que veio da Austrália. É sempre bom estar em várias pessoas para explorar uma nova cidade.</p>
<p><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/P6060014_original.JPG?1276755276" alt=""  loading="lazy" /></p>
<p>O local onde fica o Renaissance e o Baltimore Convention Center é o melhor lugar da cidade, a região do Inner Harbor. Tem tudo perto: de restaurantes como o The Cheesecake Factory, até Best Buy. Se um dia for para Baltimore, esse é o lugar para ficar.</p>
<p>O tempo estava muito bom. Fiquei um pouco preocupado quando cheguei em Houston e chequei o The Weather Channel que dizia que viriam chuvas nos próximos dias. Mas chegando em Baltimore, o tempo estava bastante quente, bem no estilo dos dias quentes do Rio de Janeiro. Quando a semana começou a temperatura baixou um pouco e ficou mais suportável. Na quarta-feira somente garoou um pouco, mas nenhuma chuva de verdade. Quase todos os dias fez muito sol e o temperatura à noite sempre estava muito boa para uma boa cerveja gelada. Quanto ao clima não há o que reclamar.</p>
<p><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/P6070038_original.JPG?1276756115" alt=""  loading="lazy" /></p>
<p>Mas o melhor passeio foi o tour com Segway, do <a href="http://www.segsinthecity.com/"target="_blank" rel="noopener">Segs in the City</a>. Primeiro, andar de segway é muito mais legal do que parece, super intuitivo, uma excelente máquina. Segundo, a cidade é muito boa para esse tipo de passeio por ser muito plana, ter calçadas amplas e ruas pouco movimentadas. Conhecemos a região mais histórica da cidade, chegando pelos lados de Fell’s Point. Definitivamente um ótimo passeio que eu repetiria. Não é barato, uma hora saiu por USD 50. Dadas minhas restrições financeiras, acabei indo só uma vez.</p>
<p><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/P6070033_original.JPG?1276755421" alt=""  loading="lazy" /></p>
<p>Para fazer compras, o melhor lugar provavelmente é o Towson Town Center, em Towson, bem a norte de Baltimore. Fica bem longe de onde estávamos, no Inner Harbor, pelo menos 20 minutos de carro, sem trânsito. Fomos de ônibus até lá, o que deu uns 40 minutos. Indo para o norte passamos pelo subúrbio da cidade. O taxista da região disse que não recomenda andar por ali a pé, parece que há muitas gangues. De fato, o lugar é tenso. De qualquer forma o Townson Center é muito bom para fazer compras. Nem de longe perto dos malls de Miami ou San Francisco, mas suficiente.</p>
<p><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/P6070086_original.JPG?1276755537" alt=""  loading="lazy" /></p>
<p>A pior coisa da cidade – e não é exclusividade só de Baltimore – são os bares e tudo mais fechar às 2 da manhã, todos os dias. Durante a semana eu até entenderia, mas no fim de semana não faz nenhum sentido. Ponto negativo pra isso, me fez sentir muita falta da noite paulistana.</p>
<p>(obs: veja mais algumas fotos no meu <a href="http://gallery.me.com/akitaonrails/100193"target="_blank" rel="noopener">álbum no Mobile Me</a>)</p>
<p>Só para fechar com chave de ouro, tive um pequeno susto no último dia. Meu vôo de conexão pra Houston saía às 15:45. Eu pretendia acordar perto do meio dia porque queria começar a ajeitar meus vídeos. Mas fiquei até umas 6 ou 7 da manhã importando vídeos e tudo mais. Fechei as cortinas, fui dormir e acordei no susto, às 14:00 da tarde! Foi bem corrido, mas pelo menos cheguei no aeroporto a tempo :-)</p>
<p>E isso fecha mais uma RailsConf, espero poder continuar participando. Nos próximos posts vou publicar as entrevistas.</p>
<p><img src="http://s3.amazonaws.com/akitaonrails/assets/2010/6/17/P6110075_original.JPG?1276755610" alt=""  loading="lazy" /></p>
]]></content:encoded><category>railsconf2010</category></item><item><title>[RailsConf 2010] - Video Entrevista - Robert Martin</title><link>https://www.akitaonrails.com/2010/06/16/railsconf-2010-video-entrevista-robert-martin/</link><guid isPermaLink="true">https://www.akitaonrails.com/2010/06/16/railsconf-2010-video-entrevista-robert-martin/</guid><pubDate>Wed, 16 Jun 2010 17:26:00 -0300</pubDate><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Obs:&lt;/strong&gt; para a versão em Inglês, clique &lt;a href="https://www.akitaonrails.com/2010/06/16/railsconf-2010-video-entrevista-robert-martin/"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu ainda nem terminei de compilar todos os vídeos e nem de escrever o artigo principal do evento, mas já estava ansioso para publicar este vídeo do Robert Martin que consegui gravar, com exclusividade, em Baltimore. É uma conversa de 16 min falando sobre linguagens, carreira, certificações e Agile.&lt;/p&gt;
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file: 'https://s3.amazonaws.com/videos-akitaonrails/Akitaonrails-RailsConf2010RobertMartin974.flv',
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&lt;p&gt;Na quinta-feira, dia 10, último dia da RailsConf, Robert Martin fez a abertura com a palestra “Vinte e Cinco Zeros”. Você pode assistir o vídeo, na íntegra, abaixo:&lt;/p&gt;</description><content:encoded><![CDATA[<p><strong>Obs:</strong> para a versão em Inglês, clique <a href="/2010/06/16/railsconf-2010-video-entrevista-robert-martin/">aqui</a></p>
<p>Eu ainda nem terminei de compilar todos os vídeos e nem de escrever o artigo principal do evento, mas já estava ansioso para publicar este vídeo do Robert Martin que consegui gravar, com exclusividade, em Baltimore. É uma conversa de 16 min falando sobre linguagens, carreira, certificações e Agile.</p>
<script type="text/javascript">
    jwplayer('playervWEyqmXbvxCC').setup({
        file: 'https://s3.amazonaws.com/videos-akitaonrails/Akitaonrails-RailsConf2010RobertMartin974.flv',
        title: 'Interview Bob Martin (RailsConf 2010)',
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<p>Na quinta-feira, dia 10, último dia da RailsConf, Robert Martin fez a abertura com a palestra “Vinte e Cinco Zeros”. Você pode assistir o vídeo, na íntegra, abaixo:</p>
<!-- dead Flash embed removed (service offline): http://blip.tv/play/AYHl5AoC -->
<p>Em resumo ele explica como desde que foi inventado, o hardware evoluiu mais de 25 ordens de grandeza enquanto as linguagens de programação não evoluíram na mesma velocidade. Provavelmente não evoluíram nem um pouco.</p>
<p><em>“Ah, mas hoje temos orientação a objetos, temos closures, etc”</em>. Como o Bob Martin bem lembrou, hoje temos até maneiras mais convenientes de organizar o código. Mas desde o Fortran, na fundação, somente fazermos sequência, seleção e iteração, ou seja, assinalação de variáveis, condicionais “if”, loops como “while”.</p>
<p>Além disso ele relembra como linguagens sempre vivem em ciclos: elas nascem, tem uma crescente, começam a estagnar e eventualmente morrem ou estacionam. Por isso é importante que programadores entendam que precisam aprender novas linguagens o tempo todo e não criar barreiras. Aliás, ele está aprendendo <a href="http://clojure.org/"target="_blank" rel="noopener">Clojure</a> e recomenda essa linguagem, o que eu também acho uma ótima sugestão.</p>
<p>Na entrevista nós comentamos um pouco sobre esse assunto. Mas indo mais a fundo me interessava ouvir dele sobre o estado atual do crescimento de metodologias Ágeis, como Scrum, e o súbito interesse em <a href="http://info.abril.com.br/noticias/rede/gestao20/gestao/certificacoes-nao-desperdicem-seu-tempo/"target="_blank" rel="noopener">Certificações</a>.</p>
<p>Muitos devem conhecer Robert Martin como escritor do livro <a href="http://www.amazon.com/Clean-Code-Handbook-Software-Craftsmanship/dp/0132350882"target="_blank" rel="noopener">Clean Code</a> e na entrevista ele revelou que está trabalhando num livro chamado “Clean Coder” – não sei se estava brincando, mas é um tema que faz sentido: um programador não pode ser excelente apenas em codificar e ser ruim em se comunicar. Existem muitas outras habilidades importantes que constróem um profissional completo.</p>
<p>Finalmente, Bob também é conhecido por ser um dos signatários do <a href="http://agilemanifesto.org/"target="_blank" rel="noopener">Manifesto Ágil</a> e aqui ele nos conta a história de como isso aconteceu, como a reunião foi organizada, quem participou e como eles escreveram os famosos 4 valores ágeis.</p>
<p>Enfim, vários insights vindo de um profissional que está na área há mais de 4 décadas e com certeza já experimentou muito mais do que qualquer um de nós.</p>
]]></content:encoded><category>railsconf2010</category></item></channel></rss>