Se gostou do meu artigo anterior Grandes Artistas Roubam, resolvi fazer um rápido apêndice de uma forma mais “divertida” de entender o que eu quis dizer.

Como bom descendente de japoneses, sempre gostei de ler mangas, já li centenas de milhares de páginas e foi como eu aprendi muito do japonês que sei hoje. Um dos títulos que mais gosto e que voltei a ler recentemente é Bakuman que conta a história de dois estudantes que resolvem se tornar manga-kas, profissionais de mangas. É literalmente um “meta-manga” contando de forma romantizada como alguém se torna um profissional.

Se você já gosta de mangas, deve reconhecer o autor como o mesmo dos clássicos Hikaru no Go e Death Note. Do que escrever sobre isso, peguei algumas páginas iniciais da história para vocês entenderem onde quero chegar, espero que se motivem a ler a história toda.

É uma coincidência que os temas que eu particularmente gosto como Ruby e Agile tenham ambos origem no Japão (o autor do Ruby é japonês, a origem de Agile é o Toyota Production System). E se tem uma coisa que eu particularmente tenho uma boa experiência é na forma de pensar japonês e acredito que mangas sejam uma boa forma de absorver e difundir uma pequena parte disso.

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