$ sudo s
$ ARCHFLAGS=“-arch i386” gem install mysql - -with-mysql-dir=/usr/local/mysql—
O Leopard vem com RubyGems 0.9.4, Rails 1.2.3, Capistrano 2.0, Mongrel 1.0.1. Os gems pré-instalados ficam em /System/Library e os novos gems que quisermos instalar ficarão em /Library. Como tudo no Mac OS X (e nos Unix em geral), o que é de sistema fica separado do que é de usuário, que é justamente o motivo de porque updates de sistema em Mac são ordens de grandeza mais triviais, sem problemas e sem degradação de performance do que quando você migra de 2000 para XP ou de XP para Vista (system32-hell, registry-hell, etc).
E claro, ainda há o suporte do Ruby ao framework Cocoa via o projeto open source RubyCocoa. Diretamente através da excelente IDE XCode (que é free-as-in-beer) para criar aplicações de Mac com componentes nativos do sistema.
h3. Leopard Amanhã!

Diferente do que eu havia reportado antes, o Leopard não estará no Brasil amanhã. Argh, serei obrigado a importar. Um dia a Apple do Brasil vai se levar mais a sério, mas pelo visto não é agora.
Independente disso, os reviews estão rolando solto pela internet. O Gold Master vazou na internet no começo desta semana e centenas de pessoas já baixaram via BitTorrent a enorme ISO de 6.7Gb. Além disso os jornalistas receberam luz verde noite passada para publicarem seus reviews:
Steven Levy, famoso autor do livro The Perfect Thing , publicou na seu video review na NewsWeek
O temido Walt Mossberg, do Wall Street Journal disse que não teve nenhum problema de compatibilidade mesmo sem fazer uma instalação do zero e que o Leopard parece tão rápido quanto o Tiger, além de bootar em quase 1/4 do tempo que o Vista leva. Segundo ele o Leopard é mais rápido e mais fácil do que Vista.
O cômico David Pogue, do The New York Times, também diz que o Leopard poderoso, bem acabado e bem executado. Surpresas felizes e muito poucos desapontamentos. O Leopard tem mais de 300 novos pontos – e a maioria são brilhantes.
Edward Baig, do USA Today concordou com todos que o Leopard acerta todos os pontos certos.
A maioria tem reclamado de detalhes como o visual do novo Dock e o menu transparente. Por outro lado ninguém reclamou das coisas que poderiam ser realmente danosas como updates que destróem seu ambiente, degradação de performance, dezenas de incompatibilidades, problemas graves de segurança.
O Tiger já era seguro. O Leopard o torna ainda mais seguro. Até hoje os Macs nunca sofreram nenhum ataque de vírus ou worms – tirando uma prova de conceito em laboratório que nunca se concretizou.
E não, isso não tem absolutamente nada a ver com o velho mito “hackers não atacam Macs porque seu market share é muito pequeno.” Pensemos outra coisa: a maioria dos servidores expostos na internet roda alguma variante de Unix e serviços como Apache. Por que será que, tendo um ‘market share’ maior, ainda assim os servidores Windows são os que recebem mais atenção?
Parece um paradoxo mas não é: o Windows foi construído sobre uma fundação comprometida. Até que essa fundação seja recomeçada do zero, nada do que se faça é mais do que um band-aid. Diferente disso, o Mac OS X foi construído sobre uma base BSD Unix confiável desde o começo. 6 anos atrás isso significou quebrar a compatibilidade com a história. Hoje colhemos os frutos.

O Mac OS X já é tão estável, robusto e rápido que a única coisa que sobra para talvez dar uma criticada é o visual do Dock (que aliás, na versão final, é configurável) e alguns detalhes cosméticos. Este artigo dá algumas dicas de como se preparar para uma nova instalação – um pouco paranóica – mas válida.
Este artigo é muito engraçado. Também leiam esta série para entender a origem de algumas das novas funcionalidades do Leopard.
Unaminidade: Tiger, muito à frente do Vista. Leopard, anos luz à frente do Vista. Nota 11 de 10.